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(bem legal essa matéria da Robs..) Blind Melon - Um ilustre quase desconhecido
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| Seleção sem-teto treina sob viaduto do metrô Formado por um alcóolatra, um ex-cobrador de ônibus que perdeu patrimônio em jogos de azar e ex-químico que perdeu família em acidente, selecionado nacional parte para sua segunda participação em Mundial Homeless Danilo Valentini Em São Paulo |
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| A equipe que vai representar a atual campeã Áustria na Copa do Mundo Homeless (morador de rua), saída de uma seletiva entre 17 ONGs, é formada por refugiados de países como Irã e Afeganistão. Já o Brasil será defendido por personagens mais comuns ao combalido cenário social do país, os moradores de rua. Oito vendedores da revista Ocas, publicação com cunho social que auxilia os “brazilian homeless”, formam o elenco da equipe que vai vestir as cores do Brasil em Gotemburgo, na Suécia, onde acontece entre 25 de julho e 1º de agosto a segunda edição do Mundial de futebol de rua, onde o gol é “caixote” e a bola não sai pela lateral, como numa autêntica “pelada” de rua. Desde o anúncio da possibilidade da revista disputar a competição, no início do ano, alguns vendedores se mobilizaram e começaram a treinar sozinhos para estarem num bom nível caso a equipe fosse realmente inscrita no torneio.
Após a confirmação, que veio com as passagens pagas pela organização e com os uniformes cedidos pela Nike, o projeto ganhou corpo e um treinador de verdade, Flávio Fernandes, conhecido como Pupo e que trabalha com categorias de base -atualmente, comanda uma equipe de garotos entre 14 e 16 anos num colégio da cidade de Inchoen, na Coréia do Sul. Os jogos, que serão disputados numa praça pública -Gotaplatsen- no centro de Gotemburgo, porém, têm objetivos além dos esportivos. Com tendas reservadas para fóruns e palestras para se discutir a situação dos sem-teto do mundo inteiro, os “jogadores” sabem que o futebol será apenas a parte mais divertida de uma questão mais importante e delicada. |
Rita Lee é internada em hospital de São Paulo

A cantora Rita Lee foi internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, no início da noite desta quinta-feira (23). A roqueira estaria com uma crise aguda de estresse e teria passado mal em sua casa. A reportagem do Terra procurou a assessoria do hospital, mas atendentes disseram que mais detalhes sobre o estado de saúde da cantora só serão divulgados na manhã desta sexta-feira.
No dia 12 de fevereiro deste ano, Rita ficou internada no mesmo hospital devido a uma crise de estresse. Na ocasião, a cantora acatou as ordens médicas e ficou afastada dos palcos por cerca de duas semanas.
Segundo informações do site seu oficial, Rita tem dois shows marcados para os próximos dias: um no Pavilhão de Eventos, na Costa do Sauípe (BA), no dia 24, e outro no Parque da Cidade, em São José dos Campos (SP), no dia 27.
Terra musica
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Clique aqui e assista a reportagem no site da Globo. |
Brasileiros lideram nos desenhos!
Britto Júnior

Hoje é um dia especial para aqueles que gostam de uma animação. Chega a São Paulo o Anima Mundi, um dos maiores festivais de desenhos. Depois de passar pelo Rio de Janeiro, a mostra chega a São Paulo com mais de 600 desenhos animados de artistas nacionais e estrangeiros.
De traços simples a desenhos de última geração, a edição do Anima Mundi promete ser a melhor de todas. São 612 filmes. A seleção foi uma maratona: os quatro diretores do festival levaram um mês para assistir 1.083 produções inscritas de 39 países. “Foi uma diversão. Assitindo filmes do mundo inteiro vemos que no Brasil temos, a cada ano, filmes melhores, mais bem finalizados, com roteiros melhores”, afirma uma das diretoras do evento, Aída Queiroz.
É nos pequenos frascos que estão os grandes perfumes. No caso do Anima Mundi, foi de um pequeno apartamento do Brooklin, zona sul, que surgiu uma das grandes revelações do festival. Foi no local que um grupo de amigos criou e deu vida a Aroldo, o super-herói mais mimado do universo
Um mini-meteoro atravessa o espaço, entra pela janela e cai na xícara de leite que Aroldo procura. Ele bebe, se transforma e ganha super-poderes. A animação foi criada pelos primos Fábio e Rodrigo, para ser apenas um trabalho de faculdade. “Era um projeto de conclusão de curso. O pessoal adorou, aplaudiu de pé”, conta Fábio Mazaia Branco.
Da forma mais caseira possível, eles levaram quatro meses rabiscando a história no papel e criando os personagens no computador. Tiveram que chamar os amigos para fazer a trilha sonora e a dublagem.
O mais interessante é que nenhum dos que participaram da produção tinha feito algo parecido na vida. “A gente foi batendoa cabeça até conseguir. No Anima Mundi, coseguimos chegar longe”, diz Rodrigo Astorga. (EBA)
A animação vai ser exibida numa das mostras do festival. Com 9 minutos de duração, o desenho tem um desfecho sugestivo. “Eu ainda não achei a minha mãe”, diz o personagem do desenho. “A gente pensa em continuar, em fazer outros episódios, uma saga mesmo”, diz Fábio.
Tim Hill é um dos mais importantes roteiristas de animação e veio para o Brasil participar do Anima Mundi. É dele o roteiro do desenho bob esponja. Tim concorda com os estreantes. ""Mais importate que os efeitos especiais é uma boa idéia”, diz Tim.
Pelo quinto ano consecutivo, o Brasil é o país com o maior número de filmes: 112. Nos próximos cinco dias, os apaixonados por uma animação terão 63 sessões para mergulhar nesse festival de pura fantasia.
Músicos compõem trilhas para museu de Londres.
O museu londrino Victoria & Albert convidou dez artistas, entre eles o ex-Talking Heads David Byrne, para compor trilhas sonoras para as suas galerias, que guardam um dos mais preciosos acervos da Grã-Bretanha.
O resultado é a mostra audiovisual Shhh..., em que o visitante passeia pelos seis andares do museu ouvindo desde música instrumental às divagações de uma criança sobre arte antiga chinesa. Logo na entrada, o visitante recebe o roteiro da mostra e um aparelhinho sonoro que é acionado automaticamente a cada vez que passa por um ambiente que faz parte da Shhh....
"Eu acho que é interessante saber como outras pessoas entendem musicalmente o que você vê", disse James Jackson, de 25 anos, ainda se ambientando com o aparelho.
Galeria Rafael
Ao entrar na primeira parada da mostra, a galeria Rafael, o visitante ouve os vocais líricos de Elizabeth Fraser, que reforçam a religiosidade das telas do célebre artista italiano do século 16. A própria galeria, com arcos renascentistas, lembra uma capela. A música lembra os vocais usados na trilha sonora dos filmes da trilogia O Senhor dos Anéis, um dos trabalhos recentes da artista - mais conhecida pela sua participação da banda britânica Cocteau Twins, formada nos anos 80.
Elizabeth explicou que a sua principal preocupação foi invocar um sentimento, e não realmente dizer algo. Menos melódicos, outros trabalhos são inteiramente baseados em palavras ou sons aleatórios.
David Byrne, por exemplo, mixou sons de telefone tocando e de água pingando, que o visitante ouve quando passa pelas rampas e corredores do museu. Ele explica que escolheu esses "não-lugares" porque, embora sejam desprezados, são essenciais em um museu e especialmente bonitos no caso do Victoria & Albert. Já Jeremy Deller gravou o relato de uma menina falando livremente das peças de cerâmica e vestuário expostas em uma das galerias de arte chinesa do museu.
Respostas diversas
A curadora da mostra Lauren Parker diz que o objetivo era exatamente reunir uma variedade de artistas que trouxessem para a mostra uma grande diversidade de "respostas". Segundo a curadora, a idéia é que os sons conduzam o visitante por "uma viagem de descoberta pelo museu".
De fato, o monumental pátio de esculturas medievais ganha vida com as mixagens de sons eletrônicos e reais de David Kosten, mais conhecidos como Faultline. A mostra faz parte do projeto do Victoria & Albert de combinar arte tradicional com arte contemporânea, que já fez o museu até convidar DJs londrinos para tocar no seu enorme pátio interno.
A curadora Lauren Parker diz que o principal objetivo é atrair mais gente para o museu, especialmente jovens.Daí a escolha de, entre outros, Roots Manuva, um dos principais nomes do hip hop britânico, e que compôs a trilha para uma das mais suntuosas salas das galerias britânicas do Victoria and Albert.
A mostra Shhh... fica no Victoria & Albert até o dia 30 de agosto e será encerrada em grande estilo, com vários shows e performances de DJs.
BBCBrasil, por
Aguardo vocês lá, hã?
Cadê a Mamãe?

Clique aqui e conheça o curta de animação feito pelos colunistas do Roquenrou: Mazaia e Rodrigo EBA!
Animamundi
Mostra Panorama Brasil 2
São Paulo - Pavilhão da Bienal - Parque do Ibirapuera
Quinta, 22 de julho - 18h00
Sábado, 24 de julho - 22h00
Show dos Demônios da Garoa encanta paulistanos

Os Demônios da Garoa, verdadeiro patrimônio artístico paulistano fundado em 1943, são estrelas de um projeto que elogia a arquitetura e os contrates de São Paulo.
Veja as fotos ![]()
Veja um trecho do show!
Trata-se do "Luzes da Cidade", versão noturna do projeto "Domingo Paulistano", que acontece todos os domingos no Bar Brahma, tradicional bar situado na esquina das avenidas Ipiranga e São João. O show dos Demônios é o ponto alto.
A idéia é percorrer os pontos iluminados da cidade, como o Pátio do Colégio, o Teatro Municipal, a Pinacoteca do Estado, as Estações da Luz e Júlio Prestes, o Vale do Anhangabaú.
O programação inclui ainda uma subida ao Terraço Itália, com direito a um drinque e à belíssima vista do local; rodízio de pizzas e o show dos Demônios da Garoa, que continuam a emocionar o público com o repertório de temas assinados por Adoniran Barbosa como Malvina, Joga a Chave - esta com Osvaldo Molles, Saudosa Maloca, Samba do Arnesto e Trem das Onze, entre outras.
Foto: Reinaldo Marques/Terra
Festival Optimus Sudoeste
Na Zambujeira do Mar
Optimus Sudoeste - 5, 6, 7 e 8 de Agosto
PALCO OPTIMUS
Dia 05
SOULWAX
DIVINE COMEDY
RODRIGO LEÃO
participação especial:
Sónia Tavares (The Gift) e a nova Revelação, Ana Vieira
Dia 06
FRANZ FERDINAND
DANDY WARHOLS
MASSIVE ATTACK
CLÃ
Dia 07
GROOVE ARMADA
DA WEASEL
ZERO 7
ASH
LOVE with ARTHUR LEE
Dia 08
KRAFTWERK
AIR
dEUS
TIM BOOTH
PLANETA SUDOESTE
Dia 05
ADRIAN SHERWOOD SOUNDSYSTEM
MANASSEH HI-FI Feat. BROTHER CULTURE and EARL 16
DUBADELIC VIBRATIONS Feat. PRINCE WADADA
Dia 06
MR. GENTLEMAN
NAVIO NEGREIRO
DEZPERADOS
Dia 07
TWO BANKS OF FOUR
KOOP (Dj Set)
MIKE STELLAR
Dia 08
MERCADO NEGRO
GOMO
DJ VARGAS
TENDA GALP LOUNGE TOUR
POWERED BY OXIGÉNIO
DJ's RÁDIO OXIGÉNIO
http://www.festivaisoptimus.com
Rock in History é um espetáculo musical que retrata em detalhes a trajetória do Rock & Roll.
A história é contada em ordem cronológica, de acordo com fatos e acontecimentos de época, abrangendo dos anos 50 até o final dos anos 70.
Ao decorrer do espetáculo são utilizados vários instrumentos de época, para que os timbres de cada música possam ser repassados ao público o mais próximo possível do original, resgatando assim a sua essência. O espetáculo é fruto de profundas pesquisas realizadas pela produção.
Durante a apresentação são executadas ao vivo cerca de 25 músicas, grandes sucessos de várias bandas, tais como: Pink Floyd, Led Zeppelin, The Rolling Stones, The Doors, Elvis Presley, The Beatles, Queen e muitas outras que foram votadas e escolhidas pelo público.
Rock in History é formada por Marcus Rampazzo - guitarra, Ricardo Felício - bateria e Edson Issamu - teclado, que também fazem parte da banda Beatles 4ever e também por Jeff Berg - Baixo e Fabio Colombini - Vocal e guitarra, ambos componentes da banda Columbia Rock, especialistas no assunto Rock & Roll.
Alguns personagens são interpretados por convidados especiais como: Rodrigo Haddad (Pure Country Band),Thiago Artuzo (piano e teclado) e Cris Marano (como Janis Joplin).
O show conta com a direção musical de Marcus Rampazzo, a fim de que seja garantida a maior perfeição e fidelidade de detalhes possível. A direção técnica fica por conta de Ricardo Felício.
Imperdível para aqueles que, como nós, apreciam o velho e imortal Rock & Roll.

CLIQUE AQUI para ver a AGENDA DE SHOWS!
Para contratar shows do Rock in History,
entre em contato com nossa empresária Helena Alberti
através dos telefones: (011) 9448.5137 / 4367.4480
ou envie e-mail para helena.alberti@uol.com.br
Hoje é Aniversario do *Brian May* (Queen)
(foto site:QueenNet)
Quem quiser deixar uma mensagem para ele, é só clicar na guitarra (ou no link abaixo).Todos os anos a Maki faz um mapa e envia para o Brian.
Vamos lotar o mapa de bandeirinhas brasileiras, hã? (Clara Mercury)
http://timelily.com/Map/WWRYMap.html
PARABÉNS, BRIAN!!!
Masters Open Air é cancelado!!!
Festival é suspenso e cancela dez bandas.
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São Paulo - O festival Masters Open Air, que reuniria 10 bandas internacionais e 15 mil pessoas no Anhembi, em SP, no próximo dia 24, foi “adiado”, segundo informou hoje a organização. O motivo não foi informado, mas o cantor Bernie Shaw, do Uriah Heep, uma das principais atrações, disse à reportagem agora a pouco que a causa foi a desorganização. “Adoraríamos ir ao Brasil, mas, a um dia do embarque, não temos passagens, garantias de pagamento, vistos, nem comunicação com os promotores”. Bernie demonstrava frustração com o cancelamento.
“Fomos ao Brasil duas vezes antes e nunca tivemos problemas. Sentimos mais por causa dos fãs, que prezamos muito, e que não têm culpa se dois caras (os promotores) não cumpriram com suas obrigações”, afirmou. Ao ser comunicado que esta era a primeira versão do festival (realizado nos moldes do antigo Monsters of Rock), Bernie foi irônico. “É o primeiro e, se depender de mim, será o último”. O promotor é a empresa Showmaster, de Curitiba. O site da banda ainda anuncia os shows no Brasil.
O Uriah Heep é uma banda de hard rock dos anos 70 que tem grande legião de fãs na América Latina. Consagrou clássicos como Bird of Prey, Stealin, The Wizard, July Morning, Easy Livin, Pacific Highway e Mister Majestic. Além de Bernie, tem Mick Box (guitarra), Lee Kerslake (bateria), Trevor Bolder (baixo) e Phil Lanzon (teclados).
Jotabê Medeiros - Estadão
Apple anuncia lançamento global do iPod mini

A empresa americana Apple anunciou que vai realizar no dia 24 de julho o lançamento global do iPod mini.
O equipamento usado para baixar música da internet é um grande sucesso de vendas nos Estados Unidos, onde custa US$ 249.
A assessoria de imprensa da Apple afirmou que o aparelho também será vendido no Brasil, mas não já no dia 24 devido a questões alfandegárias.
As vendas devem começar na prática em agosto, de acordo com a assessoria.
Cem gramas
O iPod mini tem a capacidade armazenar até mil músicas, segundo a Apple, com qualidade de CD.
“O iPod mini tem sido um sucesso nos Estados Unidos, e nós estamos entusiasmados em finalmente poder oferecê-lo aos amantes da música de todo o mundo”, disse o presidente da Apple, Steve Jobs.
O iPOd mini foi lançado nos Estados Unidos em fevereiro. Ele pesa 100 gramas e é vendido em cinco cores – prateado, dourado, cor-de-rosa, azul e verde. Segundo a Apple, trata-se do menor aparelho portátil para ouvir música disponível no mercado.
BBCBrasil
Disco de Björk vai ter apenas vozes..

O novo disco de Björk, batizado de Medulla, vai ter várias participações especiais.
Ela convidou o cantor e guitarrista Mike Patton (ex-Faith no More), o cantor clássico Gregory Purnhagen e o rapper Rahzel (ex-The Roots) para fazerem intervenções no trabalho.
O álbum, que tem lançamento internacional no dia 31 de agosto, tem faixas com nomes como Pleasure Is All Mine, Submarine e Oceania.
Björk, em entrevista para a revista W, disse que todas as faixas vão ter apenas vozes e sons de instrumentos feitos com vozes.
"OUTRO SOL" - Clarim Diário
| Faixas | ||||
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1. Sagitário Gravodra: Planet Records/Ouver
Eu já encomendei o meu! E vocês, hã??? |
Mofo “The Atari punks On Dope”
Este álbum que foi produzido por Joe Fossard conta com 12 temas de puro rock. Para mim uma mistura muito ao género de Trent Reznor, é um som que deambula num isto de orgânico e industrial.
Este “The Atari Punks On Dope” dos Mofo surge alicerçado nas componentes mais duras da música electrónica, entre influências de um estilo industrial e recorrências aos genros pesados do Rock.
“Space Junkie” é o primeiro avanço mas existem outras pérolas como "Suck and smile", “Cum inside”, “Air pump” e muitas outras músicas.
O registo é editado pela MetroDiscos e já se encontra há venda.
Mais info sobre os Mofo em http://www.mofoproject.com/
Um abraço, do amigo Tuga
NunoPereira
http://unknowntown.home.sapo.pt
Austrália descobre músicas inéditas dos Beatles.

Canções inéditas dos Beatles e vários documentos, entre souvernirs e fotos, foram descobertos em uma antiga valise encontrada em um mercado na Austrália. A informação está na edição de hoje do jornal londrino Times.
Especialistas em Beatles ainda devem examinar o material descoberto, que parece ter pertencido a uma pessoa próxima ao famoso grupo de Liverpool, mas eles têm a esperança de que as fitas achadas no interior da maleta contenham novas músicas, acrescentou o jornal.
A valise foi comprada há alguns meses por 50 dólares australianos (correspondentes a US$ 36) por um turista britânico que passava as férias em Lara, uma cidade australiana situada perto de Melbourne.
Fraser Claughton estava à procura de uma mala barata para carregar suas coisas, mas se decidiu por esta quando viu que continha um álbum de cerca de 400 fotos, programas de shows e fitas de áudio lacradas com selos Abbey Road, o estúdio de gravação preferido dos Beatles.
De acordo com os especialistas interrogados pelo Times, pode se tratar do arquivo, durante muito tempo perdido, de Mal Evans, que trabalhou, eventualmente, como roadie e guarda-costas dos Beatles, e morreu em 1976.
Há anos, os colecionadores escutam falar deste material reunido por Evans, que pensava em uma biografia nunca terminada do grupo. Entre as fitas encontradas, há variações de músicas muitos conhecidas, como "We can work it out", assim como títulos inéditos, revela Peter Doggett, um perito em arquivos de música pop da casa de leilões Christie's, interrogado pelo Times.
"Há certamente uma ligação entre esta valise e Mal Evans. Ele tinha acesso aos Beatles quando faziam música, enquanto nenhuma outra pessoa estava por perto", afirma. "Já se discutiu muito sobre o que teria acontecido com estes objetos de coleção. É possível que seja isso, ou pelo menos uma parte disso", continuou.
Também faz parte do material uma fita, de quatro horas e meia de duração, com as discussões entre Paul McCartney e John Lennon sobre as versões das músicas até agora desconhecidas, segundo o jornal.
Clique Aqui, para ler mais sobre o Live-Aid... a Marina, Vindaloo, tem razão..
Feed the world with rock’n’roll
* Dia Mundial do Rock! *

O dia 13 de julho de 1985 foi palco de um festival memorável: o Live-Aid (algo como "Ajuda ao vivo"), em prol das inúmeras pessoas que passam fome na África. O evento foi iniciativa do músico irlandês Bob Geldof, integrante da banda Boomtown Rats, que ficou chocado ao ver o documentário Fome na Etiópia, em que os famintos não tinham forças nem para espantar, do próprio corpo, as moscas que os rodeavam.
O festival contou com a participação de artistas renomados como Mick Jagger, Tina Turner, Madonna, David Bowie, Sting, Phil Collings, Eric Clapton, Elton John, Paul McCartney, Jimmy Page, Robert Plant, além das bandas U2, Ozzy Osbourne e The Who, entre outros. Os shows aconteceram simultaneamente em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos. Cerca de 170 mil pessoas participaram da maratona musical – 70 mil na Inglaterra e 100 mil nos Estados Unidos, enquanto 1,5 bilhão de pessoas assistiram tudo pela TV.
Com a venda de ingressos a 35 dólares e a venda dos direitos de transmissão a 160 países, o espetáculo conseguiu arrecadar cerca de 70 milhões de dólares, certamente uma cifra considerável. Depois dele, outros festivais com essa mesma consciência social ocorreram na década de 80 como o U.S.A. For Africa, Live Aid, Farm Aid, Hear 'n' Aid, Artists Against Apartheid e o Amnesty International, reunindo sempre grandes nomes do mundo pop e rock. A data foi para lembrar que o rock também sabe ser solidário.







OLHA QUE PRESENTE LINDO GANHEI DO "JOHN PAUL"

Ligue os amplificadores
E as caixas de som
Prepare os pedais -
Vou tocar um rock'n'roll...
Jogue uns trocados
Na minha velha caneca
Já que mostro o talento
Que tenho e me cerca
(Tudo em alto e bom som)
Já fui grungue
Já fui hippie
Já fui punk
Já fui metaleiro
Já fui dark
Já fui new wave
Em suma:
Eu sou do rock
(Uma singela homenagem à Néco... By John Paul)
(...)
Nem me toquei de que amanhã será o Dia mundial do rock... Vou virar a noite escutando a minha banda predileta, o Rush... E viva!
Valeu, JP... Adorei!!! Beijinhos,
*Néco*
























“É preferível viver 10 anos intensamente à 70 anos vegetando na frente de uma televisão." (Janis Joplin)
"Minha filosofia pessoal é minha música. Nada menos que a música - vida - isso é tudo" (Jimi Hendrix)
"O fato é que somos a mesma pessoa. Somos apenas quatro partes de um ser". Paul McCartney
"Bem, resolvi confirmar ao público as suspeitas que a imprensa vem levantando há algumas semanas: eu sou HIV positivo, e venho lutando contra essa doença há alguns anos. Espero que daqui prá frente todos se conscientizem e se unam para enfrentar esse terrível mal."
(Freddie Mercury, em 23/11/91, um dia antes de morrer)
"Muitos sonham com um mundo unido e pacífico, mas poucos trabalham para transformar esse sonho em realidade. Esse é o problema que temos hoje!" (Yusuf Islan-Cat Stevens)
Ei, mãe, eu tenho uma guitarra elétrica...
Rodrigo EBA!
Tem um dia que o menino decide, com a força nas palavras de quem não vai desistir tão cedo: “vou ser músico”. Nesse mesmo instante sobe um frio na espinha dos pais, que sempre estimularam o gosto musical do filho como um excelente complemento educacional, mas nunca imaginariam que um dia isso iria acabar ficando tão sério. Bom, o que fazer? Resta explicar ao menino o quanto é difícil a vida de músico, que ou você tem a sorte inacreditável de fazer sucesso ou vai ficar a vida inteira correndo atrás do aluguel.
A explicação serve um pouco como preparo para que a criança possa enfrentar a realidade da profissão e um pouco mais como esperança de que ela desista da idéia. Mas ele não parece desistir. Procura, mesmo que escondido para não despertar apreensão na família, se aperfeiçoar no instrumento, na escrita e na elaboração e síntese de suas idéias revolucionárias. Na verdade os pais continuam estimulando, mas o que prevalece é o medo de não dar certo e o filho não ter nenhuma profissão pra ganhar a vida depois de adulto. Para os pais, a preocupação quanto ao futuro. Pra sociedade, mais um desocupado nas ruas brincando com seu violão e querendo levar a vida na boa, sem trabalhar.
Aí um dia o menino cresce, entra numa banda e constata após muitas furadas uma realidade ainda mais medonha, além do que os cérebros terroristas e ingênuos da sociedade puderam imaginar. O problema nem é sobre o que os pais alertaram. O menino cresceu com uma estrutura preparada pra enfrentar grana demais ou de menos. Mas em ambos os casos previstos havia a presença - e não a ausência total - de dinheiro. O pior é quando ele se dá conta que está pagando pra tocar. Poucas pessoas imaginam a quantidade de trabalho que dá pra um grupo de desocupados estudarem durante a maior parte de sua vida, gastarem dinheiro com escolas de música, organizarem um grupo, prepararem repertório, pagarem ensaios semanais e a gravação da demo, pra no dia do show perder o dia inteiro pra pegar todos os integrantes, carregar bateria e dezenas de equipamentos de som e instrumentos e ainda pagar pedágio pra aproveitar a oportunidade de tocar em público, e no final das contas se apresentar para um bar vazio porque o dono faz questão de abrir espaço numa quinta-feira à noite com a esperança de sua família e amigos lotem o lugar.
Tudo bem, todo mundo já sabe que é difícil ganhar dinheiro com música, mas precisa ser difícil até pagando pra tocar?
E eu não estou dizendo tudo isso pra desiludir ninguém, muito menos pra me queixar de uma profissão que eu mesmo tracei e continuo traçando com muito orgulho. O que eu quero é promover a discussão para que possamos tentar resolver um problema grave. A questão é que as pessoas tendem a não considerar a música exatamente como uma profissão. Elas acham que por termos prazer no que estamos fazendo não precisamos ganhar dinheiro. Ou então que temos um hobby mas estamos sem trabalhar. Sem trabalhar??
Há, ainda, o pensamento bem-intencionado mas errôneo de que o músico só vai ganhar qualquer dinheiro quando “fizer sucesso”. Então o dono do barzinho “abre o espaço” pra gente tocar de graça. Esse espaço aberto é essencial pra quem está começando e é um incentivo e tanto. Mas e se o músico não ficar famoso? Será que ele não tem o direito de poder viver de música o resto de sua vida? Quantos anos o cara tem que se dedicar ao instrumento pro pessoal parar de falar que ele “está começando”, e consequentemente começar a ganhar dinheiro?
Acho que todos nós que gostamos de música - ouvintes ou instrumentistas - temos a obrigação de lutar pela mudança dessa mentalidade. O músico - famoso ou não, “começando” ou não - precisa de dinheiro, nem que seja pra pagar seus próprios custos. Se você tem um bar, ofereça pelo menos uma ajuda de custo pra quem “está começando”. Se você é ouvinte, não precisa gostar de tudo, mas aprenda a respeitar o som que você não gosta. Por trás daquela banda chata tocando há muito trabalho e dedicação!
Enquanto isso o máximo que os desgraçados da OMB conseguem fazer com o dinheiro suado dos músicos é distribuir uns adesivinhos “prestigie a música ao vivo”...
Bandas usam animais como vocalistas de pet metal !!

Você já ouviu falar do pet metal? Trata-se de um novo tipo de metal em que as bandas são integradas por animais. Não, nós não estamos falando do G. G. Allin, e sim de bichos MESMO!
Há pelo menos dois desses grupos fazendo sucesso atualmente. Um é o Caninus (foto) que tem como vocalistas dois pitbulls e já tem até site oficial. Lá você pode até baixar um MP3 da faixa Locking Jaws, um grindcore recheado de rosnados dos bichos. O outro grupo é o Hatebeak, cujo cantor é um papagaio chamado Waldo. Também já está disponível uma faixa do Hatebeak para download, intitulada God Of Empty Nest.
Não esqueçam..!! Começa hoje (Rio de Janeiro) e vai até 16/07. Depois é a vez de São Paulo !
Animamundi
Mostra Panorama Brasil 2
AS INFLUÊNCIAS QUE MARCARAM O ROCK.
Por Rodolpho Ruffino

Para a pré-história do rock que nós conhecemos hoje ter se constituído foram fundamentais as seguintes influências:
1. A fusão do blues com o hillbilly que se fez ao longo dos anos 20 e 50.
2. A. O surgimento da bateria no jazz e a configuração das big bands.
B. A redução ao seu básico visceral das big bands pelo rithm'n'blues (manutenção da seção rítmica [bateria, baixo, guitarra base e teclado], substituição, no front line, do naipe de metais a um sax e a inclusão da figura do vocalista como responsável pela linha melódica).
C. A transformação do sax em guitarra solo configura o que será a banda de rock.
3. A. Bill Haley, cantor country, é o primeiro branco a fazer rithm'n'blues com guitarra e difundir o estilo, graças a um filme e às ambições de um radialista mercenário, entre o público branco, mas ela tinha idade de mais para entusiasmar a juventude por muito tempo.
B. Chuck Berry dá o fundamento do solo guitarrístico e da poesia do rock; Little Richard incrementa a isso a potência e a rebeldia no vocal gospel, mas eles eram artistas negros continuadores do rithm'n'blues e não apareceriam ainda, à época, como criadores do novo.
C. Roy Orbison e Johnny Cash eram compositores country que se rebelavam contra os cânones convencionais do estilo e juntavam rithm'n'blues às suas composições, Jerry Lee Lews era um branco caipira que tocava blues ao piano para fazer músicas simples, irreverentes e divertidas, com a chegada do teen branco Elvis Presley (1955) com sua voz de barítono e seu rebolado inédito, constituía-se a turma do rock'n'roll e do rockabilly (a diferença na denominação apenas indica a diferença da proporção de blues e de hillibillyaplicada no novo rítmo).
Finalmente, com os Crickets de Buddy Holly (falecido em 1959, no "dia em que a música morreu") vinha a se configurar a formação básica da banda de rock.
4. Terminada a febre adolescente do rock'n'roll, o estilo se dilui em diferentes formas de pop dançante e de pseudo-rebeldia farofa e açucarada. Apenas surgirão os Beach Boys que retomam a fundamental do estilo acrescida de um enriquecimento harmônico, na sua surf music, reservada, entretanto, à classe média-alta branca de férias nas praias da california
Na América do Norte, no início dos anos sessenta, além dos Beach Boys havia uma outra sonoridade e poesia que embalava parte da juventude, a parte intelectualizada e politizada que engrossava as fileiras da contra-cultura. De um lado, desde os tempos da depressão econômica, havia um gênero de country de esquerda (a folk music) que dava base a letras de protestos (Wooy Gunthrie) e por outro, existencialistas e beatniks ouviam poemas sob o fundo de free jazz no nordeste dos Estados Unidos e no Canadá (Leonard Cohen). Ambos estes gêneros se fundiriam em 1960. Pouco tempo depois, um jovem poeta que ouvira muito rock'n'roll na década anterior chega a New York e se junto a esse grupo de menestreis, era Bob Dylan.


Concomitantemente, na Inglaterra, o velho rock'n'roll americano se fundiria em 1962 com a Mersey Beat (estilo próprio de Liverpool, cidade banhada pelo rio Mersey), com o skiffle e com um estilo transformado das harmonias vocais da geração anterior na obra dos Beatles.
Em 1964 o novo estilo gerado por essa fusão estouraria na américa e dela para o mundo.
Um encontro histórico:
Em New York, Beatles e Bob Dylan se encontram por horas e horas no hotel em que os Beatles se hospedavam; a transformação é mútua, os Beatles deixarão de fazer letras adolescentes ingênuas e Dylan passara a se preocupar um pouco mais com a musicalização de seus poemas. E além disso Dylan começará a usar guitarras elétricas e distorção no universo da folk music. A reação no início é negativa e depois é incorporada. Surge o grupo americano Byrds e o inglês Hollies (onde estão, respectivamente, o C e o N do futuro CSNY) como mostras da fusão Dylan-Beatles.
(continua...)
Ao lado disso, os Beatles íam mudando: começaram como teens que sorriem e mexem os olhinhos cantando o amor na puberdade (e nisso foram seguidos pelos Hermamm Hermiths), passaram a usar metáfora políticas e surrealistas (conforme as duas fazes foram se dando também para Bob Dylan, mas em ordem inversa), tornaram-se psicodélicos e utilizaram-se de instrumentos de música erudita ou de outras culturas, e tornaram-se, finalmente, gente comum fazendo rock adulto antes de cada um do grupo seguir por seu lado.
Cada momento Beatle produxzia efeitos e novas bandas e estilo.
O psicodelismo influenciou a California. O blues branco inglês produziu o rock sulista na América. Em New York e no Canadá os menestreis filhos da fusão Beatles-Dylan continuavam a surgir.
Na Inglaterra uma nova onda se produzia. Surge o Cream e o hard rock. Segue-se o Led Zeppelin, juntando o blues, o folk céltico e o hard rock. Do psicodelismo vem, ainda com Syd Barret, o Pink Floyd. Fundindo Beatles (pelo vocal) com o psicodelismo do Pink Floyd e com o peso do Cream surge o Deep Purple, no final da década, a mais bem equilibrada síntese do que vinha sendo o rock inglês nessa década.
O psicodelismo seria datado, mas ele abriu para o rock progressivo que foi uma de suas superações (a outra seria o Heavy Metal que surgiria mais tarde). O Procol Harume e o Nice puxaram o movimento, o Pink Floyd (sem o Barret) e o Jethro Tull engrossaram o caldo, surgiu o ELP, o Genesis, o Yes, e todos os demais.
Enquantio a experiência era feita, no meio da rua se avançava com o que não exigia tanto mas que seria fundamental, Monterrey Pop, Woodstock, Wight, era a era dos festivais.
Sob o fundo dos consagrados, surgiam os novos e sob o peso dos populares mostravam-se os alternativos. Muita coisa que ficaria encoberta veio à tona.


Brilham para o mundo duas estrelas que logo não estariam mais entre nós: Janis Joplin (da qual R. Plant seria a versão masculina) e o mais completo guitarrista da história, o até hoje insuperável Jimi Hendrix.
Hendrix, apesar de americano e apesar de negro, foi também alguém que só pode brilhar no contexto do Rock britânico. Na américa ele era apenas o guitarrista de apoio de Little Richard, levado no cabresto para não brilhar demais. Ou o cara que tinha uma banda de irmãos na USA Air Force.
O progressivo corria o risco de se derramar no pasticcio ou de fazer música que escaparia do poder da juventude comum querer reproduzir.
O psicodelismo cai com a queda do movimento hippie. Mantendo a ambição da qualidade mas querendo ainda falar perdo da rebeldia nervosa do jovem, o Heavy Metal foi também uma porrada no movimento hippie - "se esses anjinhos que vocês aparentam ser produziram um Charles Masson e sua ira assassina e demoníaca, nós aparentaremos ser o Charles masson que todos trazemos no fundo, para mantermos um anjinho bem forte escondido em nós".
Lento e pesado veiria a surgir o Black Sabbath. Dez anos depois, o Iron Maiden renovaria o estilo.

Entre ambos, de Londres a reação Punk exigiria que o rock voltasse a ter, ao lado de letras politizadas, cheiro de rua. Destacaria desse movimento o Clash. Mas destaco dele também as influências que o inspiraram, o Velvet Underground da vanguarda novaiorquina dos anos imediatamente precedentes.
Ufa! Acho que as influências que marcam o rock de hoje estão aí.
Woodstock e Hendrix form fundamentais, mas sem a "invasão britânica" talvez não tivesse havido Woodstock.
Rodolpho Ruffino
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Fã de Kiss paga US$ 7.000,00 por uma aula com Paul Stanley Foto: Divulgação | ||
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SHAMAN RECEBE HOMENAGENS NO BMU 2004
Diante de toda conquista histórica que esta quarta edição do festival anual Brasil Metal Union representa para o Heavy Metal nacional, a produção e as bandas decidiram prestar uma homenagem às bandas que fizeram história, virando ícones do Heavy Metal brasileiro e influenciando e servindo de estímulo para todas as bandas que fazem Heavy Metal no Brasil, que pela primeira vez na história estarão tocando como “artistas principais” numa casa do porte do Directv Music Hall.
Mesmo não estando presentes em virtude do show agendado anteriormente na cidade de Vitória/ES as homenagens ao Shaman não poderiam deixar de ocorrer e serão interpretadas respectivamente, pelas bandas Dark Avenger (DF), na sexta-feira, dia 09/07, e Glory Opera (AM), no sábado dia 10/07.
Além dessas, Andre Matos será lembrado em outras duas homenagens na mesma sexta-feira, durante os shows das bandas Venin Noir e Holy Sagga, que estarão respectivamente prestando homenagens ao Angra e Viper, em músicas que foram imortalizadas na voz de Andre Matos.
O BMU 2004 será realizado nos dias 09 e 10 de Julho, a partir das 19hs no Directv Music Hall, com a participação de 15 das melhores bandas do Metal nacional e promete se tornar um divisor de águas na história do Heavy Metal no Brasil.
Vale lembrar que a Galeria não abrirá nesta sexta-feirra (09/07), portanto, quem quiser adquirir o ingresso que acompanha o CD BMU 2004, para sexta-feira ou o ingresso duplo que vale para as duas datas, corram para comprar nesta quinta!!!
Também já estão disponíveis as camisetas oficiais do BMU 2004 confeccionadas pela Consulado do Rock, com o logotipo de todas as bandas participantes desta quarta edição do festival.
1a Apresentação: Mind Flow (SP)
2a Apresentação: Drowned (MG)
3a Apresentação: MonsteR (SP)
4a Apresentação: Venin Noir (RJ)
5a Apresentação: Holy Sagga (SP)
6a Apresentação: Dark Avenger (DF)
Participação especial: Massacration (gravação do vídeo-clipe "Live in BMU 2004")
7a Apresentação: Tuatha de Danann (MG)
10/07/2004 (Sábado - 19:00hs)
1a Apresentação: Sagitta (SP)
2a Apresentação: Malefactor (BA)
3a Apresentação: Thoten (RJ)
4a Apresentação: Silent Cry (MG)
5a Apresentação: Glory Opera (AM)
6a Apresentação: Eterna (SP)
Participação especial: Massacration (gravação do vídeo-clipe "Live in BMU 2004")
7a Apresentação: Torture Squad (SP)

ROCK NO CINEMA
Por Cássio Daniel Pagliarini
Still Water, The Wonders, The Lone Rangers, Steel Dragon, você certamente já ouviu falar de alguma dessas bandas, mas o que quase ninguém sabe é que nenhuma delas realmente existe, todas elas são bandas criadas especialmente para o cinema.
O rock n’ roll, em toda sua longa história, sempre teve momentos de flerte com a sétima arte e vice versa. O cinema já produziu inúmeros filmes sobre o assunto, e esse, é o tema que vamos abordar nessa matéria.
Estamos vivendo ultimamente uma fase muito rica para o rock no cinema, somente nos últimos anos muitos novos filmes sobre o assunto chegaram às telonas e até ganharam um certo reconhecimento. Filmes como “Almost Famous” (Quase famosos) e “Rock Star” são alguns bons exemplos disso.

Em “Almost Famous” o diretor Cameron Crowe nos apresenta o jovem William Miller , um garoto de quinze anos, fã ávido de rock'n'roll que consegue um trabalho na revista americana Rolling Stone, para acompanhar a banda Still Water em sua primeira excursão pelos Estados Unidos. Porém, quanto mais ele vai se envolvendo com a banda, mais vai perdendo a objetividade de seu trabalho e logo estará fazendo parte do cenário do rock dos anos 70.
Em “Rock Star” de Stephen Herek, Cris Cole é vocalista de uma banda chamada “Blood Polution” que faz covers de sua banda favorita, a famosa (?) “Steel Dragon”, Cris acaba brigando com a banda que não levava o tributo tão a sério quanto ele, porém, graças a uma gravação amadora, o guitarrista da famosa banda tem conhecimento de seu trabalho e o convida a assumir os vocais do Steel Dragon que acabara de demitir o atual vocalista.
Reza a lenda que o filme na verdade conta a história do vocalista “Ripper Owens”, que tocava em uma banda cover de Judas Priest e acabou sendo chamado pra tocar com seus ídolos, entretanto, sem autorização da banda para uma biografia, mudaram-se alguns nomes e o filme foi lançado.
Mas estes são filmes bastante atuais, e como o rock sempre esteve presente no cinema, vamos voltar mais alguns anos. Que pessoa, ouvinte de rádio, pode dizer que nunca ouviu a canção That Thing You Do? A banda “The Wonders” teve sua trajetória descrita na trama “The Wonders - O Sonho não Acabou”. O filme conta a história de um grupo musical que, da noite para o dia, começa a fazer sucesso. Porém, às vésperas de uma apresentação de calouros, um membro do grupo quebra o braço, o que faz com que, em cima da hora, um jovem seja convidado para substituí-lo.
A trama, escrita e dirigida por Tom Hanks, é tão bem elaborada que fica difícil acreditar que essa banda nunca existiu.
O humor também é um tempero muito aplicado na mistura rock-cinema, muitos filmes abordaram histórias do rock n’ roll de forma divertida e até mesmo, esculachada, Filmes como “Bill e Ted”, “Quanto Mais Idiota Melhor” e “Airheads” levaram muitas pessoas às gargalhadas.
Em “Airheds - Os Cabeças de Vento” do diretor Michael Lehmann, os rockeiros Chazz, Rex e Pip formam uma banda chamada “The Lone Rangers” (Os Cavaleiros Solitários). Por muito tempo, eles visitaram gravadoras para mostrarem sua fita demo e sempre acabavam dispensados. Querendo conseguir um pouco de atenção para o seu trabalho, os músicos tomam uma decisão drástica: munidos de armas de brinquedo, eles invadem uma estação de rádio e tomam todos no local como reféns. Tudo isso para fazer com que sua fita fosse tocada.
Algumas duplas de “idiotas” se tornaram verdadeiros clássicos do cinema, quem nunca riu com as trapalhadas de Debby & Loid. Pois, no rock n’ roll, não foi diferente. Os famosos Bill e Ted encabeçam a lista.
Com essa dupla, foram lançados dois filmes, no primeiro, eles conhecem Ruffs, um viajante do tempo, e tem a chance de viajar no tempo e trazer algumas figuras como Napoleão Bonaparte, o filósofo Sócrates e muitos outros pra ajudarem em um trabalho de escola, e assim, poderem dedicar seu tempo a banda “Os Garanhões Selvagens”, com a qual vencem um concurso de bandas na escola.
O segundo filme começa no futuro, San Dimas, Califórnia, ano 2691. Um gênio do mal decide que como parte do seu plano de instituir uma nova ordem precisa destruir Bill (Alex Winter) e Ted (Keanu Reeves), dois roqueiros debilóides do século XX., que acabam sendo mortos e substituídos por dois robôs sósias que foram mandados por este maquiavélico homem. Mas os verdadeiros Bill e Ted conseguem vencer a Morte, conhecem Deus e retornam ao mundo dos vivos, para tentar salvar as namoradas e vencer um concurso de bandas, mas para isto precisam também derrotar os robôs-sósias.
Outra famosa dupla de roqueiros do cinema foi “Wayne e Garth” no filme “Quanto Mais Idiota Melhor”. Wayne e seu inseparável amigo Garth são apresentadores de um programa de TV, “O Mundo de Wayne”. Os dois malucos, com a ajuda do espírito do cantor Jim Morrison, planejam um super-concerto de rock na cidade: o Waynestock. Mas, além de lidar com vários problemas em relação ao show, Wayne tem que se preocupar com sua namorada, Cassandra, que pretende se mudar para Los Angeles junto de seu empresário
continua.....
Outra classe de filmes sobre rock são os biográficos, aqueles que descrevem histórias reais sobre músicos e bandas, nessa classe se enquadram os melhores filmes do rock como, “La Bamba”, filme que descreve a carreira do genial Ritchie Valens, ou “Doors”, filme que conta um pouco da vida de Jim Morrison, vocalista dos The Doors.
Embora seja excepcional o filme de Oliver Stone (The Doors), este destaca apenas a parte mórbida e polêmica da vida de Morrison e sua banda. Não foi explorada a carreira poética e intelectual de Morrison, mostrando apenas um superastro violento, alcoólatra e drogado. Ray Manzarek confirmou que muitas das cenas do filme jamais aconteceram, como o jantar com o peru, o fogo no armário e a canção Light My Fire sendo usada em um comercial.
Também foram feitos filmes muito bons sobre as vidas e obras de John Lennon, Jerry Lewis, e muitos outros. No Brasil, saiu recentemente um excelente filme sobre o poeta Cazuza.
Para um futuro muito próximo se especula algo sobre filmes contando as carreiras de Ozzy Osbourne, Jimi Hendrix e da banda australiana AC/DC.
Mais ninguém, ninguém mesmo fez tantos filmes sobre rock que a banda americana Kiss. Sua videografia é muito vasta e inclui desde biografia até filmes sobre fãs. Um clássico imperdível é o filme “Kiss contra o Mau” onde a banda encarna super heróis que defendem sua cidade da invasão daqueles que querem acabar com o rock n’ roll.
Outro famoso filme da banda é “Detroit Rock City” um daqueles filmes de uma piada só. A história é sobre quatro adolescentes que, em 1978, fazem de tudo para assistir a um show da banda Kiss. A mãe de um deles, uma velha carola, quer impedir a todo custo que eles entreguem sua alma ao fascinante mundo do sexo, drogas & rock'n'roll (não necessariamente nessa ordem).
A trilha sonora, como não poderia deixar de ser está repleta de canções do Kiss e de outras bandas dos anos 70. Quando o filme fica sem assunto, o que acontece com freqüência, o diretor Adam Rifkin sem saber o que fazer sobe a música e vende a trilha sonora, pois com o filme ele possivelmente já soubesse que não ia ganhar nada.
Resta ao fã do Kiss reparar nas participações especiais. Por exemplo, o astro pornô Ron Jeremy faz o papel de um dono de uma boate do tipo Clube das Mulheres. Já Shannon Tweed, musa do cine prive da Band, e mulher na vida real do baixista do Kiss, Genne Simmons, faz o papel de uma mulher de idade que adora traçar garotinhos.
Apesar do fracasso nas bilheterias Detroit Rock City merecia ao menos ter sido indicado ao Oscar de efeitos especiais. Pois perto do final os membros do Kiss aparecem tocando ao vivo como estivessem em 1978. Haja maquiagem.

O rock e o cinema sempre tiveram uma atração muito especial um pelo outro, não dá pra não citar filmes como “Grease – Nos tempos da Brilhantina” ou o mais recente “Rainha dos condenados”, adaptado da obra da escritora Anne Rice, onde o vampiro Lestat sai do caixão para cantar em uma banda de rock.
Definitivamente, o rock é uma paixão, o cinema também é, então, nada melhor do que unir as duas artes e fazer a alegria dos rockeiros e apaixonados por cinema de um vez só. E que venham mais filmes sobre o rock, estaremos aguardando.
Stay heavy.
Cássio Daniel Pagliarini
Que beleza.. já estão começando as comemorações do Dia do Rock!!

Festival exibe filme de Neil Young inédito no País
A segunda edição do festival Filme Fashion contempla os figurinos dos musicais, grandes responsáveis pela democratização da moda no inicio do século XX. Um dos grandes destaques desta edição é a exibição de Greendale, musical dirigido pelo roqueiro Neil Young, inédito nas telas brasileiras. Depois da primeira edição realizada em 2003, quando exibiu filmes com figurinos assinados por grandes estilistas como Coco Chanel, Christian Dior, Yves Saint Laurent, Giorgio Armani, entre outros, o festival Filme Fashion realiza sua segunda edição de 6 a 18 de julho no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo e no Mis - Museu da Imagem e do Som. Criado com o objetivo de disseminar a cultura de moda, Filme Fashion dedica a mostra histórica deste ano à análise dos figurinos dos Musicais, grandes responsáveis pela democratização da moda no inicio do século XX. Todos os 30 longas-metragens selecionados, entre documentários e filmes de ficção, da década de 30 aos dias atuais, representam um marco na evolução da moda.
Entre os musicais já confirmados para o evento estão grandes clássicos que lançaram moda como Cabaret e Flashdance, filmes com personagens fashion como O Namoradinho (com a supermodel Twiggy), historias que se passam no mundo da moda como Um Pijama para Dois e Modas de 34, e documentários retratando o 'lyfe style' de ícones da música que também são ícones da moda, entre eles, Na Cama com Madonna, O Lixo e a Fúria (sobre os Sex Pistols), Devoção pelo Demônio (documentário de Jean-Luc Godard com os Rolling Stones) e Histórias Reais (de David Byrne com o Talking Heads). Uma das grandes atrações da mostra é Greendale de Neil Young, que poderá ser visto em três datas em São Paulo.
Greendale, filme do ano passado dirigido por Neil Young, foi filmado em Super 8 com a mesma câmera de US$ 500 que o diretor Jim Jarmusch usou para filmar Year of the Horse, documentário de uma turnê do roqueiro canadense. O filme, que também rendeu um CD homônimo, mostra as mudanças que ocorrem na pacata família Green depois que um primo mata um policial.
Uma novidade da segunda edição do Filme Fashion é a Mostra Competitiva, que prevê premiações em seis categorias: figurino longa-metragem nacional; figurino filme publicitário nacional; figurino videoclipe nacional; videodocumentário; videodesfile; e figurino video clipe. Na Mostra Competitiva estão selecionados 30 trabalhos (cinco em cada uma das seis categorias) que concorrem na premiação final. A curadoria do Filme Fashion escolheu seis finalistas de cada categoria. Um júri oficial e um júri popular escolherão os grandes vencedores. terra cinema
Não esqueçam de conferir também:-
![]() |
Cadê a Mamãe?
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Rio de Janeiro
Centro Cultural Banco do Brasil
Rua 1º de março 66 – Centro - Tel: 3808-2020
Sexta, 9 de julho - 17h00
Teatro 2
Sábado, 10 de julho - 16h30
Sala de Vídeo
Quarta, 14 de julho - 18h30
Sala de Vídeo
Quinta, 15 de julho - 14h00
Teatro 2
Sexta, 16 de julho - 17h00
Teatro 2
São Paulo
Pavilhão da Bienal - Parque do Ibirapuera
Quinta, 22 de julho - 18h00
Sábado, 24 de julho - 22h00
Lenny Kravitz é atração principal em festival que comemora os 50 anos do Rock’n’roll.
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Em comemoração aos 50 anos de Rock and Roll, a cervejaria Miller realizará na cidade de Nova York, EUA, um festival nos dias 17 e 18 de setembro, que contará como atração principal o pop star mais badalado do momento Lenny Kravitz. Além dele, outros monstros do rock como The Doors of the 21st Century e Bo Diddley também se apresentarão.
O ‘lineup’ completo é:
- Lenny Kravitz
- James Brown
- The Doors of the 21st Century
- Wyclef Jean
- Bo Diddley
- Slash
- Velvet Revolver
- The Darkness
- The Strokes
- Cheap Trick
- Ben Folds

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Ouça That's All Right, Mama com Elvis Presley na Rádio Terra
Os fãs que mantêm viva a memória de Elvis tomaram nesta segunda-feira a avenida de Marshall, em frente ao Sun Studios, onde este primeiro single foi produzido, para ouvir suas canções em um concerto feito em sua homenagem pela estrela do pop Justin Timberlake e alguns músicos locais.
Ao meio-dia de segunda (13h de Brasília), a sala de controle do Sun Studios enviou as notas de That's All Right Mama a um satélite que as reproduziu para centenas de emissoras em todo o mundo, tocando essa canção de forma simultânea para lembrar o início de uma era musical.
Presley gravou a canção como um teste para o selo discográfico de música blues de Sam Phillips, acompanhado do guitarrista Scotty Moore e do baixista Bill Black. Apesar de ser hoje um marco na história da música do século XX, essa canção teve uma recepção relativamente fria em 1954. Não chegou ao topo das listas de sucessos, nem conseguiu ser motivo de entrevistas na televisão, mas foi um terremoto no conservador ambiente musical de Memphis, Tennessee.
A canção foi trasmitida pela primeira vez em uma rádio local, que a tocou sete vezes seguidas, e, em breve, se converteu em um clássico de Memphis, atraindo a atenção de um selo importante, o RCA Records. Dois anos mais tarde, Presley veria seu singelo disco Heartbreak Hotel tornar-se o mais vendido dos Estados Unidos. O 50º aniversário trouxe, como é comum nestas ocasiões, uma onda de homenagens.
D.J. Fonte, um de seus bateristas, disse a um canal local de televisão que quando ouviy That's All Right Mama pela primeira vez, pensou "que era uma das melhores coisas que já tinha ouvido na vida". E Sonny Burguess, que trabalhou no Sun Studios com Presley, declarou que sua música "me faz sentir bem, querer pular e dançar".
A BMG, empresa que controla a discografia de Presley, pôs à venda dois discos compactos para celebrar o meio século de Rock and Roll: Elvis at Sun e 50 Year of Rock and Roll. Claro que, como quase tudo na vida e na morte de Presley, que tem seguidores que até hoje juram que o "Rei do Rock" não morreu em 16 de agosto de 1977, sua primeira gravação também está envolvida em grande controvérsia.
Embora a BMG e a própria cidade de Memphis insistam que o Rock and Roll nasceu com That's All Right Mama, numerosos historiadores contestam esta idéia. Alguns apontam Rocket '88, um sucesso de 1951 escrito por Ike Turner, ou (We're Gonna) Rock Around the Clock e outras canções de 1954 de Bill Haley como as precursoras.
Além disso, Presley, que nasceu na cidade de Tupelo, Mississippi, e desde menino esteve em contato com a música gospel, deve muito aos intérpretes negros. Por isso, dá-lhe todo o crédito pela criação do Rock and Roll encobre a contribuição de cantores como Louis Jordan, Jackie Brenston e Arthur "Big Boy" Crudup - autor da versão original de That's All Right Mama -, segundo alguns especialistas.
Mas não há dúvida de que foi Presley quem misturou essas influências com a música country e transformou o coquetel resultante em um fenômeno de massas. Ao abraçar esse novo estilo de música negra, Presley popularizou o Rock and Roll, antes desprezado pela maioria branca, e angariou um exército de fãs adolescentes fascinados por sua voz de barítono e seu inacreditável rebolado, que rendeu-lhe o apelido "The Pelvis". Esta capacidade de superar as barreiras raciais com sua música, de cantar tanto o rhythm and blues como as baladas country, conferiu a Elvis Presley o status de uma super estrela que nunca morre.
Na literatura teológica, encontramos a palavra pneuma; o sopro puramente espiritual que se dirige às regiões celestes. Mas, será que depois da morte de um animal de estimação, sua alma retornaria ao local de origem? De certa maneira, os animais domésticos são diferentes dos animais que não recebem afeto, que vivem na natureza. A individualização entre os animais e seus donos é mais possível com cães e gatos.
De acordo com a Revista Dog Fancy, "os animais de estimação vão para o céu e isto depende de como o animal se comportou aqui na Terra. Suas atitudes determinam sua bênção divina", declarou rabino Gershon Winckler. A especialista em vida animal Mary Buddemeyer Poter acredita que "todos os animais vão para o céu já que são seres inocentes e livres do pecado". "Não importa como agiram na Terra, eles vão para o paraíso", diz o professor de Teologia da Universidade de Nottingham, na Inglaterra.
Segundo Brian Mc Sweenewy, vice-chanceler da arquidiocese de Nova York (EUA), "eles vão para o céu devido a ligação que seus donos tem com os mesmos, já que o céu foi criado para os humanos". Em agosto de 2001 foi realizada uma pesquisa na ABC News & Beliefnet onde 47% dos entrevistados acreditam que seus animais vão para um plano superior depois que morrem. A pesquisa foi feita por telefone com 1.018 adultos.
Há inúmeras identificações e correspondências entre os homens e os animais, arquétipos que representam as camadas mais profundas do inconsciente e do instinto. Contudo, apesar de seres irracionais, a maioria dos animais vivenciam a fraternidade, convivendo harmoniosamente com os seres humanos. Com os seus corpos, os animais expressam emoções. O instinto da preservação da espécie é notada em praticamente todos os animais.
Perpetuar a própria espécie é o instinto mais forte na natureza animal. Os zoólogos também relatam casos de adoção, onde as fêmeas costumam tomar conta de algum filhote abandonado. Na Bíblia, os animais foram apresentados à Adão e agrupados por espécies. Como o homem está associado ao processo de criação - descrito por Moisés, estes recebem proteção divina e em nome da solidariedade das espécies, Deus proibiu o sofrimento inútil dos bichos.
Os animais aparecem em diversas religiões como guardiões dos templos. No Egito, a zoolatria era levada a sério. Um egípcio era capaz de deixar sua casa ser queimada por um incêndio pelo dever em socorrer seu gato. Várias múmias de gatos foram encontradas nos sepulcros egípcios.
Para Shiva (divindade indiana) toda a forma de vida é sagrada e não existem diferenças entre os homens e animais. O interesse que o homem sente pelos animais, considerando-o como materialização dos próprios complexos psíquicos e simbólicos, percebe-se nos dias atuais com o zelo dos animais domésticos.
Monica Buonfiglio
20 a 24 de Julho | ACERT | Festival
TOM DE FESTA
Festival de Músicas do Mundo
O Tom de Festa – Festival de Músicas do Mundo – já está em ebulição.
De 20 a 24 de Julho, a Acert convida todos e todas a ver e ouvir Milton Nascimento (Brasil), Clã, Timbila Muzimba e Júlio Pereira (Moçambique e Portugal), Trova Camaguёana (Cuba), Zeca Baleiro (Brasil), Manecas Costa (Guiné Bissau), etc.
Imperdíveis são também os cafés concerto, as exposições, a gastronomia, a mostra e venda de produtos e de brinquedos tradicionais, entre muitas outras actividades.
Numa solidariedade e reconhecimento mais do que merecido aos Palhaços sem Fronteiras, estendemos o nosso riso à campanha lançada por aquela ONG para “O RISO como património da Humanidade”. E, por isso mesmo, todos os dias haverá Curtas de Palhaço, antes dos concertos da noite e um Workshop de iniciação ao Clown orientado por Angél Fragua, de 19 a 24 de Julho.
Para além do convite aos Palhaços sem Fronteiras, foi feito também convite à AMI – Assistência Médica Internacional – ONG portuguesa que comemora, este ano, o seu 20º aniversário e que estará na ACERT partilhando o seu trabalho com todos quantos queiram saber mais.
Preço dos Bilhetes:
1 DIA: Sócios ACERT - 7€ ; Estudantes - 9€ ; Não Sócios ACERT - 10€
5 DIAS: Sócios ACERT - 25€ ; Estudantes - 27€ ; Não Sócios ACERT - 30€
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DIA 20, terça-feira
Milton Nascimento (Brasil)
Filantropia (Moçambique)
DIA 21, quarta-feira
Clã (Portugal)
Dealema (Portugal)
DIA 22, quinta-feira
Terrakota (Portugal)
Trova Camaguёana (Cuba)
DIA 23, sexta-feira
Narf (Galiza, Espanha)
Timbila Muzimba e Júlio Pereira (Moçambique e Portugal)
Big Fat Mama (Portugal)
DIA 24, Sábado
Zeca Baleiro (Brasil)
Manecas Costa (Guiné Bissau)
Todos os dias:
21h30 - Curtas de Palhaço
22h - Concertos
Jantar na ACERT – comidas do Mundo. É necessária reserva antecipada.
Workshop de Clown – formador: Angél Fragua - de 19 a 24 de Julho, das 15h às 19h, na ACERT. Inscrições limitadas.
Exposições, Mostra e Venda de produtos de artesanato e brinquedos tradicionais, mostra de vídeo, outras actividades.
Mais info em: http://www.acert.pt

Mais um show acaba de ser confirmado!
Dessa vez o Shaman se apresenta na 4ª edição do Festival de Inverno da cidade de Amparo, interior de São Paulo. O show é gratuito e será realizado dia 25/07, domingo a partir da 21hs no Palco do Logo.
E para a galera de Vitória, alguns eventos devem agitar a passagem do Shaman pela capital Capixaba. Dia 09/07, às 17H a banda recebe os fãs para uma seção de autógrafos no Shopping Praia da Costa.
Ainda no dia nove, Hugo Mariutti deve realizar um workshop (à confirmar), e no dia 10/07 o Shaman apresenta seu Ritual no palco do Ginásio Pedro Álvares Cabral a partir da 20hs.
Confira os demais shows agendados

Documentário descreve Mick Jagger como "vampiro sexual"

Quer ir ao Brasil Metal Union, mas não conhece ainda as bandas que se apresentarão no festival?
Pois agora você já pode comprar seu ingresso mais tranqüilo. É que a organização do evento anunciou que todos que adquirirem o convite antecipadamente ganharão um CD especial contendo músicas de todas as 15 bandas presentes no ‘cast’, além de uma outra faixa-bônus. Vale lembrar que 6 das faixas do repertório acabaram de ser lançadas por suas respectivas bandas ou ainda nem saíram. “Lover Of The Queen” do Tuatha de Danna, por exemplo, é inédita. “Metal Milk Shake”, do Massacration, também consta no disco.
A masterização ficou por conta de Paulo Anhaia, experiente produtor e integrante do MonsteR. A promoção não é válida para ingressos comprados com carteira de estudante e nem pela Ticket Master. Maiores informações no site http://www.brasilmetalunion.com.
PROGRAMAÇÃO OFICIAL DO BMU 2004
09/07/2004 (Sexta - 19:00hs)- Directv Music Hall
1a Apresentação: Mind Flow (SP)
2a Apresentação: Drowned (MG)
3a Apresentação: MonsteR (SP)
4a Apresentação: Venin Noir (RJ)
5a Apresentação: Holy Sagga (SP)
6a Apresentação: Dark Avenger (DF)
Participação especial: Massacration (gravação do vídeo-clipe "Live in BMU 2004")
7a Apresentação: Tuatha de Danann (MG)
10/07/2004 (Sábado - 19:00hs) Directv Music Hall
1a Apresentação: Sagitta (SP)
2a Apresentação: Malefactor (BA)
3a Apresentação: Thoten (RJ)
4a Apresentação: Silent Cry (MG)
5a Apresentação: Glory Opera (AM)
6a Apresentação: Eterna (SP)
Participação especial: Massacration (gravação do vídeo-clipe "Live in BMU 2004")
7a Apresentação: Torture Squad (SP)
Em ambas as datas, a casa abrirá às 19:00hs e a primeira banda a se apresentar sobe ao palco pontualmente às 20:00hs. Considerando que cada banda ficará sobre o palco cerca de 40min e que existe um intervalo médio de 15min para adaptação de palco a cada troca de banda, o evento deverá ter seu encerramento por volta das 03:00hs.
MAIORES INFORMAÇÕES: (11) 6192-6119 - 9786-1150
contato@heavymelody.com
CLIQUE AQUI para saber mais sobre as Bandas.
Pois é... essa noticia me deixou triste, pois eu gostava mundo do Brando.. acho que asssiti a quase todos os seus filmes!! Bye Marlon......kisses!!
Morre o ator Marlon Brando aos 80 anos.
Morreu na noite desta quinta, 1º, o ator norte-americano Marlon Brando, aos 80 anos. A notícia da morte foi confirmada por seu advogado David J. Seeley, na manhã desta sexta.
De acordo com o comunicado, Brando estava internado em um Hospital de Los Angeles e morreu por volta da meia-noite. De acordo com Seeley, a causa da morte ainda não foi anunciada, já que Brando sempre "foi um homem muito privado".
Marlon Brando, foi um dos maiores nomes do cinema mundial e chegou a ser conhecido como "o maior ator de todos os tempos". Ele protagonizou clássicos como O Selvagem da Motocicleta, Um Bonde Chamado Desejo e o épico de guerra Apocalipse Now.
Em duas ocasiões levou o Oscar de Melhor Ator, por Sindicato dos Ladrões e O Poderoso Chefão, no qual imortalizou-se como o chefe da máfia Vito Corleoni.
Seu último trabalho no cinema foi ao lado de Robert De Niro e Edward Norton na aventura The Score de 2001, no qual interpreta um vigarista que financia ladrões de peças e artefatos de museu.
Confira as datas da exibição no AnimaMundi.
| As Mães do Rock por Chris Bueno | ||||||||||||||
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Tanto se fala sobre os pais do rock que acaba se esquecendo das "mães". O fato é que as mulheres tiveram um papel fundamental da criação, divulgação e consolidação do estilo em todo o mundo - e em especial no Brasil. |
"Chris Bueno" redatora, jornalista e repórter com textos publicados na revista Rock Brigade e no site dgolpe.com. Esta matéria foi publicada no site: Café Music